Category Archives: O melhor do meu dia

Keep Calm… a minha filha fez 11 anos, mas eu ainda não tenho 40!!

Novembro não é apenas o mês das paisagens bonitas. Novembro é, principalmente, o mês em que nasceu a minha filha. É, por isso, um mês de preparação de sonhos. Este blog tem tempo suficiente para saberem do que vos escrevo. Escrevi sobre as festas de 2012, 2013 e 2014.

Este ano a Beatriz quis viver um dia de estrelas de hollywood, com brilhos e carpete vermelha e champanhe (leia-se champomy) e óscares… e, sobretudo, vivê-lo com os amigos que mantém desde a pré-escola.  A logística está assegurada com a experiência que fomos acumulando ao longo dos anos. A tia Luísa fica responsável pelo bolo. A Beatriz diz-lhe apenas o tema da festa e à questão “- Como é que queres que decore o bolo?” Ela responde “- Gosto de ser surpreendida!” As restantes comidas ficam a cargo da avó Beatriz. Este ano introduzimos algumas novidades, que tenho aprendido nos cocktails a que tenho ido, em França. Tudo foi em versão mini. Desde os mini-copos de gelatina, às mini-espetadinhas de frango ou aos mini-hamburgueres. As decorações são pensadas por mim. E executadas pelo pai da Beatriz 😀 – há coisas que não mudam!!

Este ano tivemos uma nova estrelinha: a Leonor, irmã da Beatriz.

Deixo-vos algumas fotografias. Pormenores e sorrisos.

IMG_6767

IMG_6918

IMG_6939

IMG_7157

IMG_6980

IMG_7088

IMG_6937

IMG_7089

IMG_6763

IMG_6766

 

Este é um retrato de uma família maior. Coesa. Feliz.

IMG_7086

E por hoje penso apenas que sou mãe de uma pre-teen de 11 anos. Mas… Kepp Calm, ainda não fiz 40 anos ;)!

Ontem, antes de dormir… “Mamã qual achas que vai ser o tema do próximo ano?” :D!

Road trip e outras emoções assim…

Sinto-me feliz. De coração cheio. As últimas cinco semanas foram preenchidas de afectos. Ouvir “mamã” todos os dias, várias vezes ao dia, é tão deliciosamente bom! Apesar destes três anos com uma forma diferente de sermos mãe e filha, mantemos a cumplicidade, os mesmos códigos e à noite o “mamã fazes-me cóceguinhas?” – que no nosso dicionário significa festinhas de arrepiar – relembra-me que a minha filha é (ainda) a bébé que colocava sobre o meu peito e fazia festinhas até adormecer.

Amanhã regressamos a Lisboa. O que por si só me deixa (também) nesta ansia de chegar. E mesmo que a estadia seja curta e o regresso seja sem a minha melhor parte, não me sinto triste. O amor aos filhos é a forma mais genuína de amor incondicional. Estarei sempre bem se a sentir bem. Anuncia-se um momento importante por estes dias: o nascimento da Leonor – a irmã da minha filha. A alegria da Beatriz com o nascimento da pequena Leonor é contangiante. Estamos todos – eu incluída – ansiosos para que nasça. A minha sobrinha de coração.

As últimas semanas foram intensas. Se pelo seu décimo aniversário lhe escrevi “uma carta de amor em forma de livro“, nestas férias quis fazer a nossa primeira road trip. Apenas as duas. De Nice a Zurich. [sob pretexto de visitar um casal de amigos – sobre Zurich escrevo depois – mas obrigada por tudo! Gostamos muitooooo!]. Foram três países. Centenas de túneis e outras tantas pontes. Paisagens de cartão postal – desde o mar à montanha e vice-versa. E foram, sobretudo, momentos únicos de conversas, confidências de pre-teen, parvoíces, silêncios… Sempre que vivemos estas aventuras penso que repercursão terão nela, quando adulta. Por ora ficam as memórias. E este vídeo que a Beatriz gravou. A qualidade não é boa. Mas gosto tanto dele que o partilho convosco. Assim a jeito de justificação por quase não ter escrito nas últimas semanas.

[Tunel de Gotthard, Suiça, 16,9Km – 3º maior do mundo. Temperatura no interior atinge 42ºC. Velocidade média 50-60Km/h – a entrada no túnel é feita por sistema de semáforos para reduzir número de carros no interior]

 

 

O melhor do meu dia #2

O douche. Não foi para começar o dia. Não foi no final do dia. Foi para me sentir mais acordada, mais quente, mais limpa… Para me sentir melhor!

E fez-me sentir isso tudo!

O melhor do meu dia #1

Olhar para a minha filha, ao lado de uma das minhas melhores amigas e pensar: sou mãe de uma menina quase adolescente. E sentir orgulho nela. E sentir-me jovem. E sentir-me mulher. E sentir-me bonita. Mais bonita por ser mãe!