22 de Março de 2016. Bruxelas.

Nos anos 20 do sec XX, o pós-guerra, nasce um movimento dito “far-right”, que hoje  se revive numa “extrema-direita” cada vez mais popular. Num cenário de crise socio-económica Hitler convence elites. Torna-se Chanceler da Alemanha em 1933.  Movido por uma ideologia racista personifica um período que Aushwitz ainda hoje testemunha. Utilizou os media. A justificação do ataque como defesa. o Holocausto. A vergonha.

Em 1944 a Europa renasce da Guerra. Inicia-se o europeísmo por oposição ao nacionalismo. O sonho europeu. Um espaço de livre circulação. Derrubar fronteiras. Alargar. Unir. Crescer. 60 anos de expansão. A crédito.

A crise. A crise económica. A crise de valores. A crise social. A crise. A crise. A crise… Desunir. Dividir. Reduzir. Ao europeísmo opõe-se o nacionalismo. Fronteiras. Muros. Terrorismo. Refugiados. Medo.

7 de Janeiro 2015. 13 de Novembro de 2015. 22 de Março de 2016…

o que é que estará por vir?

O mais assustador é sentir que há quem pense que a extrema-direita é a solução… Como se não aprendessemos nada da História.

 

 

 

 

3 responses to “22 de Março de 2016. Bruxelas.

  1. infelizmente, parece que não aprendemos, mesmo. os atacantes de hoje, reivindicam um legado que os cruzados lhes deixaram há mais de 800 anos. tudo serve de justificação. os de cá, hão de retaliar com os mesmos argumentos, apenas vistos noutra perspetiva. infelizmente.
    boa noite.

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  2. Concordo!
    O que passa em alguns países da União Europeia é fruto das politicas multiculturais adoptadas. Há multiculturalismo, mas não existe interculturalismo. Criaram-se guetos. As sociedades de acolhimento, pouco abertas, não se preocuparam em integrar as pessoas que foram chegando, de diversos pontos do globo! Como é possível que haja paises (ex. A França) em que as crianças ,filhas de estrangeiros,só adquirem,salvo excepções, nacionalidade aos 18 anos? Essas crianças crescem à margem da sociedade, nunca se sentem integradas na comunidade onde nasceram! Poderia indicar outros motivos…Antes de acabarem com schengen ou reforçarem a segurança é preciso trabalhar na origem do problema.

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  3. Vivi, trabalhei e fiz amigos em vários países muçulmanos durante longos anos, desde Marrocos ao Egipto. Mantenho um amigo marroquino que todos os anos vai à Mesquita de Córdova rezar. Fez-se amigo do padre que lhe reservou um canto da Mesquita onde ele estende um tapete virado para Meca.
    O Islão é apenas a última versão do tronco religioso judaico-cristão-muçulmano.
    Como dizem os Vedas Hindus, qualquer que seja a forma em que a Deus te diriges e o nome a que Ele dás, é sempre e só o mesmo que te ouve.

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